E se as mulheres projetassem a cidade?

Este livro oferece uma nova perspectiva sobre o urbanismo feminista e o planejamento urbano de proximidade com perspectiva de gênero, explorando a relação simbiótica entre as mulheres e a cidade como caminho para cidades regenerativas.

A partir de conversas itinerantes com 274 mulheres de diferentes países, culturas e contextos sociais, o livro revela uma extraordinária fonte de conhecimento urbano que raramente é incorporada aos processos de tomada de decisão. Seus relatos revelam potencialidades ocultas para criar bairros mais seguros, verdes, habitáveis e cheios de vida.

Uma nova forma de olhar a cidade

• Projetar a partir das potencialidades do lugar, e não apenas de suas carências.

• Escutar as mulheres como especialistas de seus próprios territórios.

• Revelar a singularidade bio-cultural-espacial de cada bairro.

• Cultivar um urbanismo de proximidade, cuidado e pertencimento.

• Passar da inclusão para o mutualismo coevolutivo.

• Compreender como pequenas intervenções no tecido urbano podem desencadear grandes transformações.

• Explorar 33 pontos de alavancagem para cidades mais vivas, justas e regenerativas.

Para quem é este livro?

• Urbanistas, planejadores urbanos, arquitetas e arquitetos.

• Gestores públicos, formuladores de políticas e tomadores de decisão.

• Estudantes e profissionais das áreas de cidade, território e desenvolvimento.

• Ativistas, lideranças comunitárias e agentes de transformação social.

• Todas as pessoas interessadas em urbanismo feminista, cidades regenerativas e no futuro dos lugares que habitamos.

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A cidade que ainda não imaginamos

Como seriam nossas cidades se tivessem sido concebidas a partir das experiências, necessidades e aspirações das mulheres?

Essa pergunta inspira E se as mulheres desenhassem a cidade?, um livro que convida a repensar o urbanismo a partir de uma perspectiva regenerativa, revelando a profunda relação entre as mulheres e os lugares que habitam.

Por meio de entrevistas realizadas durante caminhadas com 274 mulheres de diferentes países, culturas e contextos sociais, a Dra. May East revela uma extraordinária fonte de conhecimento urbano raramente incorporada ao planejamento das cidades. Seus relatos revelam potencialidades ocultas para criar bairros mais seguros, verdes, acolhedores e cheios de vida.

Da análise dessas conversas emergem 33 propostas transformadoras que demonstram como pequenas intervenções no tecido urbano podem gerar mudanças profundas na vida cotidiana. De calçadas acessíveis, vielas bem iluminadas e transporte público eficiente à criação de bairros onde os serviços essenciais estejam a uma curta caminhada de distância, as mulheres imaginam cidades concebidas para a proximidade, o cuidado e o bem-estar.

Outras propostas destacam a importância de incentivar a mobilidade ativa, reconhecer e valorizar as redes locais de apoio por meio de bancos de tempo e criar corredores verdes que conectem parques, hortas urbanas, bosques e caminhos. Nessa visão, a infraestrutura verde deixa de ser um elemento decorativo para tornar-se o tecido conectivo que une pessoas, lugares e sistemas ecológicos.

Mas o livro vai além do desenho físico da cidade. As conversas apontam para transformações mais profundas relacionadas à distribuição do poder, à participação cidadã e à capacidade coletiva de imaginar futuros urbanos mais justos, regenerativos e poéticos.

Uma leitura inspiradora para urbanistas, arquitetas e arquitetos, gestores públicos, estudantes e todas as pessoas interessadas no urbanismo feminista, nas relações entre mulheres e cidade e na criação de cidades regenerativas.

O que dizem as pessoas que estão transformando as cidades

Uma contribuição pioneira para o diálogo internacional sobre mulheres e cidade, urbanismo feminista e cidades regenerativas.

"O livro nos desafia a repensar o desenvolvimento urbano, incorporando as ideias e experiências das mulheres ao tecido das cidades. É um chamado à ação, encorajando-nos a abraçar perspectivas diversas rumo a um futuro em que as cidades funcionem melhor para as mulheres e as meninas — beneficiando a todos."

Ana Paricio Cárceles
Psicóloga Urbana, Barcelona Regional

"E se as mulheres desenhassem a cidade? é um livro extraordinário, repleto de ideias tangíveis e práticas para promover transformações positivas na forma como as mulheres concebem e vivenciam os espaços públicos. Como urbanista, acredito que as ideias apresentadas aqui podem ser revolucionárias para quem está na linha de frente da transformação urbana. Um livro inteligente, realista, prático e, ouso dizer, profundamente apaixonado."

Daisy Narayanan MBE
Prefeitura de Edimburgo

"Por meio das experiências vividas pelas mulheres, este livro nos convida a imaginar espaços urbanos que beneficiem a todos. Destaca o papel das mulheres como agentes ativas da transformação urbana, e não como participantes passivas, revelando sua importância na formação e revitalização das cidades. Inspirado por exemplos reais de diferentes contextos, este livro é uma valiosa fonte de inspiração."

Audrey Hénocque
Primeira Vice-Prefeita da Cidade de Lyon

"Dê às mulheres uma voz mais forte na construção das cidades e o que você terá? Lugares mais humanos, emocionalmente integrados, equilibrados, seguros e talvez até mais belos, capazes de prosperar em sua singularidade e nos valores do cuidado. Obrigado, May East, por nos permitir ouvir as vozes dessas 274 mulheres e suas propostas de intervenções catalisadoras, sem esquecer os inspiradores exemplos apresentados de diferentes partes do mundo."

Charles Landry
Autor de Creative City: A Toolkit for Urban Innovators

"Este livro transmite, de forma admirável, um sentimento de esperança e de capacidade de transformação diante das desigualdades de gênero presentes no planejamento urbano. Gestores públicos, urbanistas, incorporadores e profissionais da construção deveriam lê-lo."

Holly Bruce
Vereadora do Partido Verde Escocês, Glasgow

"Este é um livro extremamente oportuno, um antídoto eficaz para a cidade sem alma, feita de concreto, vidro e ângulos rígidos, concebida para servir aos interesses do capital em detrimento das pessoas. Alguém vai ouvir? Sim, acredito que sim. O desenvolvimento urbano regenerativo inspirado pelas mulheres é uma necessidade urgente. Trata-se de uma obra importante e leitura essencial para todos os que se preocupam com o futuro do habitat humano."

Herbert Girardet
Autor de Creating Regenerative Cities

"Este livro apresenta de forma magistral exemplos concretos que servem de inspiração e recorda a todos os seus leitores que as mulheres são especialistas em seus próprios territórios."

Linda Gustafsson
Especialista em Igualdade de Gênero, Cidade de Umeå

"Este livro é, ao mesmo tempo, emocionante e inspirador. Ele posiciona as cidades como veículos para a emancipação das mulheres."

Sarah Shaw
Chefe de Planejamento Urbano, Prefeitura de Glasgow


A conversa continua

En 2026, el libro ha generado conversaciones en Santiago de Chile, Valparaíso, Córdoba, Barcelona y Madrid con urbanistas, arquitectas, periodistas, ecólogos, futuristas, pensadores sistémicos y diseñadores regenerativos.

Desde seu lançamento, o livro deu origem a conversas em São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Salvador, Laguna, Brasília, Belo Horizonte com urbanistas, arquitetas, jornalistas, ecólogos, futuristas, pensadores sistêmicos e designers regenerativos.

Entre em contato se você gostaria de levar essa conversa para sua cidade, universidade ou instituição.

Você também pode saber mais sobre o livro em suas edições em inglês, espanhol e persa, além de descobrir como uma rede de editoras independentes tem contribuído para levar essa conversa a novos territórios.